Daniel Chapo defende que riqueza mineral deve beneficiar os moçambicanos
A posição foi expressa durante a primeira Conferência sobre Adição de Valor com Base em Minerais e Recursos Energéticos Disponíveis (CAVAMED), realizada em Nacala.

O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, defende que a exploração dos recursos minerais e energéticos de Moçambique deve traduzir-se em benefícios concretos para a população, através da criação de empregos e da geração de rendimentos. A posição foi expressa durante a primeira Conferência sobre Adição de Valor com Base em Minerais e Recursos Energéticos Disponíveis (CAVAMED), realizada em Nacala.
Apesar de possuir importantes recursos minerais e energéticos, Moçambique continua a enfrentar desafios relacionados com a pobreza, o desemprego e o acesso a condições básicas de vida. Neste contexto, o debate sobre a forma como a riqueza nacional é explorada e distribuída ganha particular importância.
Durante a primeira Conferência sobre Adição de Valor com Base em Minerais e Recursos Energéticos Disponíveis (CAVAMED), em Nacala, o Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, defendeu que os recursos naturais do país devem contribuir directamente para o bem-estar dos moçambicanos.
“Os recursos minerais devem beneficiar os moçambicanos, não podem beneficiar outros e não beneficiar os moçambicanos”, afirmou o Chefe do Estado, segundo as declarações disponibilizadas ".
Chapo considera que os investimentos no sector devem contribuir para dinamizar a economia, através da criação de postos de trabalho e do aumento dos rendimentos da população. Segundo o Presidente, espera-se que os investimentos mobilizados produzam resultados concretos, sobretudo na geração de emprego e de renda para os cidadãos. A conferência coloca, assim, em debate a necessidade de acrescentar valor aos recursos minerais e energéticos disponíveis no país, de modo a ampliar os benefícios económicos da sua exploração. O desafio passa por transformar o potencial dos recursos naturais em oportunidades económicas e melhorias efectivas nas condições de vida da população. A concretização dessas expectativas dependerá dos resultados dos investimentos, dos empregos criados e dos rendimentos que chegarem às famílias moçambicanas.
